domingo, 1 de abril de 2012

Cemitério Massaranduba I - vídeo 4


Cemitério Massaranduba I - vídeo 4. Um cemitério luterano, organizado nas bases do associativismo e que na cidade de Massaranduba [SC], sem espaço museal, tem nos cemitérios a preservação da memória e a história da colonização, registrada nas lapidas cemiteriais.
" Nas tuas mãos entrego o meu espirito; tu me remiste, Senhor, Deus da verdade" Salmo - 31 - 5
Ademir Pfiffer - Historiador

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Cemitério Massaranduba I - vídeo 3


Município de Massaranduba [SC],Cemitério Massaranduba I, comunidade Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - Igreja Martim Luther [vídeo 3]. Organizado na forma do associativismo cemeterial, base sólida e de valor ligado à memória organizacional da imigração e colonização europeia.
O povo de ascendência europeia tem história e memória preservada, por força da organização e respeito ao seu legado cultural, disso deriva tradição, respeito aos seus antiqueridos.
Ademir Pfiffer - Historiador

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Cemitério Massaranduba I - vídeo 2


Localizado no Município de Massaranduba [SC] o Cemitério Massaranduba I - vídeo 2. A presença da colonização europeia fica evidenciada nas lápidas, em peças tridimencionais de marmore ou granito, deitadas horizontalmente no solo, onde há simbologias da tradição cristã, datação e frases biblicas extraídas de textos da Biblia, o livro sagrado dos cristãos.
Neste vídeo está gravado a imagem do Senhor Felipe Manke, atual patrono da Unidade Estadual da Rede Estadual, estabelecida em Massarandubinha, área rural e produtora de arroz, banana e outras culturas agricolas.
Ademir Pfiffer - Historiador

Cemitério Massaranduba I - vídeo 1


Cemitério de Massaranduba I [Município de Massaranduba/SC], tem um espaço reservado à memória e difusão de genealogia europeia - pomeranos eslavos, alemães, poloneses.
As imagens revelam um fragmento da urbe dos mortos, mesclado pelas cores da terra, gramado e vasos floridos. Portanto, um ambiente harmônico condizente com a tradição do cristianismo ligado ao movimento do protestantismo.
A organização deste cemitério segue a tradição do associativismo cemiterial, conforme o costume organizacional dos nossos antepassados, os quais lançaram mão dessa iniciativa, também para a formação da Escola Estrangeira Alemã, Sociedade de Bolão e Tiro, Hospital e empreendedorismo, etc.
Ademir Pfiffer - Historiador

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Centro Cemiterial de Memória Cristo Rei -Joinville - 2


Centro Cemiterial de Memória Cristo Rei, na cidade de Joinville (SC) , vídeo 2. Rodovia do Arroz.

Centro Cemiterial de Memória Cristo Rei -Joinville - 1


Centro Cemiterial de Memória Cristo Rei, na cidade de Joinville (SC) , vídeo 1. Rodovia do Arroz. Comunidade italiana, que abriu espaço em seu cemitério, para difusão da harmonia e unidade cristã, onde podemos encontrar enterrados descendentes de suíços, alemães, pomeranos, lusos, etc.
Ademir Pfiffer - Historiador

domingo, 7 de novembro de 2010

Cemitério Massaranduba 13 de Maio Baixo


Cemitério de Massaranduba (SC), na localidade (13 de Maio) de limite entre os municípios de Marassaranduba e Blumenau (SC). Área declive, na qual foi instalado um cemitério nos primórdios da colonização. O local, atualmente é referência para pesquisas arquiológicas e genelógicas. Portanto, um importante local de sociabilidades, onde as novas gerações possam conversar de histórias de trabalho, ideologias, virtudes entre outras, que marcaram o passado de seus antepassados.
Ademir Pfiffer - Historiador

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Cemitério Martin Lutero, ponto de encontro e memória



Cemitério Martin Lutero, ponto de encontro e memória. Um espaço que caracteriza a cidade dos mortos, que é reduto da colonização suéca, magyar, suábia húngara, alemã e pomerana. Vale a pena visitar e conhecer.
Ademir Pfiffer - Historiador

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sociedade Cemiterial do Bracinho - Schroeder - SC -1


Sociedade Cemiterial do Bracinho de Schroeder (SC), vídeo um (1) revela a presença da colonização alemã, naquela região de Schroeder, que até o ano de 1939, era uma colônia de assentamento de alemães, no Vale Itapocu. O nome e o sobrenome nas lápidas mostra, a etnia que se ramificou, a partir da Colônia Blumenau (SC) e Dona Francisca, atual Município de Joinville (SC).
É um cemitério bem zelado, e mostra que a "cidade" dos mortos do Bracinho é uma rica fonte de pesquisa arquiológica e genelógica, bem um ponto de encontro e memória.
Ademir Pfiffer - Historiador

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Memória cemiterial, Pastor Hermann Waidner - Alemanha

Entre os meses de maio e junho a Sra Relinde Mahnke Marchall foi a Alemanha participar do matrimônio da neta Patricia. Na opotunidade visitou em Munique a família Waidner e foi ao cemitério local, onde registou uma imagem do túmulo desse pastor. No passado, quando difundiu-se as raízes do protestantismo, centenas de famílias protestantes contaram com os trabalhos religiosos do Pastor Hermann Waidner.
Em Jaraguá e Bananal (Guaramirim) prestou o oficio de Pastor, inclusive durante a Segunda Guerra Mundial, quando os agentes de Getúlio Vargas, temendo a presença de alemães em território brasileiro o prenderam.
Foto: Relinde

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O dobrar dos sinos e a cultura tumular luterana



Um dos point do turismo cemiterial mais siginificativo, na cidade de Jaraguá do Sul.Os turismólogos precisam conhecer com propriedade a cultura e a arte dos cemitérios no Vale do Itapocu. Os cemitéris são parte integrantes da memória e do patrimônino de nossa cidade.

Arte Tumular em Treze de Maio Baixo - Massaranduba - SC


Paisagem rural no entorno do cemitério católico, molda o mundo sobrenatural com as cores verdes e o ar fresco de todas as estações do ano.

sábado, 20 de junho de 2009

Arte tumular há mais de um século no Rio Cerro II

Os pomeranos e alemães luteranos em Rio Cerro II, no final do século XIX receberam uma doação de terras, para edificar uma capela escola e cemitério. As terra doadas foram desmembradas da propriedade da família do Sr Wilhelm Weege e Bertha Weege.
Hoje, o cemitério de Rio Cerro II constitui-se uma das mais atrativas paisagens de arte tumular, na região Nordeste de Santa Catarina, aqui no Município de Jaraguá do Sul.
Em agosto de 2007, o técnico do Ministério da Cultura, o SR Fredrico Maya visitou esta região por sugestão minha. Na ocasião Maya avaliou e sugeriu-me o aproveitamento deste cemitério para o turismo. Porém, as autoridades do Governo de Jaraguá, ainda não despertaram para esta perspectiva, que na Europa (França),esse nicho temático é apreciado pelos turistas, que por lá circulam em busca de memória e identidade.
Esta modalidade de turismo cemiterial ou tumular, é raramente aproveitado ainda nos municípios brasileiros com este propósito.
Para refletir este contexto, segue a seguir uma imagem digital e um vídeo ilustrativo. Fique com esta atração:



Associativismo cemiterial, desde os primórdios da colonização alemã e pomerana

( ?, Ivo Müller e Hilberto Strutz )
O associativismo tem sido desde os primórdios da colonização européia, uma forma comunitária para organizar a vida social, econômica e cultural dos cidadãos, coletivamente, em Jaraguá do Sul (SC).
A imagem mostra três cidadãos responsáveis pela administração e zelo, da "cidade dos mortos", em Rio Cerro II.
O assunto foi tão significativo que gerou uma entrevista em 20 de junho de 2009, sábado, às 11 horas e 30 minutos.
Os cidadãos são nativos e tem funções diferentes. O Sr (?) é auxiliar de coveiro, Ivo Müller, Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (Paróquia) e Hilberto Strutz, coveiro por longos anos, naquela comunidade. Este último foi muito comunicativo e prestativo, respondendo as minhas indagações.
Eis as entrevistas:


Vídeo 1:



Vídeo 2: